As Y-glutamil-transferase, transaminases e fosfatases alcalinas séricas em pacientes epilépticos tratados com carbamazepina

A carbamazepina é a droga de eleição usada no tratamento de pacientes com epilepsia secundariamente generalizada. Além disso, a carbamazepina tem sido implicada no aumento sérico de algumas enzimas. Alguns autores encontraram prevalência de 13% e os outros, 22% e até 53% de alterações para as fosfat...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Helder Jacobina
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/5905
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/5905
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fosfatases alcalinas
Gama-glutamil transferase
Transaminases
Carbamazepina
Alkaline phosphatases
Gamma-glutamil transferase
Carbamazepine
Descripción
Sumario:A carbamazepina é a droga de eleição usada no tratamento de pacientes com epilepsia secundariamente generalizada. Além disso, a carbamazepina tem sido implicada no aumento sérico de algumas enzimas. Alguns autores encontraram prevalência de 13% e os outros, 22% e até 53% de alterações para as fosfatases alcalinas. Objetivo; As metas deste trabalho são determinar a proporção de alterações amostrais nas atividades das gama-glutamil transferase (GGT), fosfatases alcalinas totais (FA), transaminases (AST e ALT) e as concentrações séricas da carbamazepina em pacientes de ambulatórios de epilepsia. Metodologia: 0 desenho do estudo é descritivo, aprovado pelo Comitê de Ética local, no qual uma amostra de conveniência de 52 pacientes epilépticos de acompanhamento ambulatorial foi organizada por faixa etária de 12 a 30 e de 31 a 90 anos e, subdivididos por tempo de uso. As atividades séricas das GGT, FA, AST e ALT foram determinadas, assim como, as concentrações séricas da carbamazepina. As proporções de alterações por variáveis foram descritas. Resultados: 52% dos pacientes apresentaram alteração em pelo menos uma enzima, 42% com alterações nas FA, 18%, nas GGT, 12% nas AST e 2%, nas ALT. A faixa etária de 12 a 30 anos apresentou 56% de alterações nas FA enquanto que aquela de 31 a 90 anos, apenas 18%. Conclusão: a faixa etária pode colaborar com o aumento de prevalência das fosfatases alcalinas alteradas nestes pacientes. Quanto aos baixos valores para GGT e transamin