A inclusão do estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na educação superior
Este estudo trata da inclusão na Educação Superior e se propõe a entender como ocorre o percurso acadêmico do estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A pesquisa é qualitativa, de cunho exploratório e utiliza como ferramentas de coleta de dados a entrevista semiestruturada, realizada com...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/9546 |
| Acesso em linha: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/9546 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Transtorno do Espectro Autista (TEA) Inclusão Educação Superior Acesso e Permanência Autism Spectrum Disorder (ASD) Inclusion Higher Education Access and Permanence CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO |
| Resumo: | Este estudo trata da inclusão na Educação Superior e se propõe a entender como ocorre o percurso acadêmico do estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A pesquisa é qualitativa, de cunho exploratório e utiliza como ferramentas de coleta de dados a entrevista semiestruturada, realizada com os profissionais especializados do Núcleo de Apoio à Educação Inclusiva, com os professores e com os coordenadores de cursos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Os dados obtidos por meio das entrevistas semiestruturadas foram analisados a partir da Análise Textual Discursiva (ATD), de Moraes e Galiazzi (2011). Foi possível perceber que mesmo com algumas fragilidades, o estudante com TEA ingressa na universidade com o auxílio de diferentes apoios, como monitores para auxílio no período do vestibular e pós vestibular, locais reservados para estudo e aplicação de provas, tempo maior para realizar suas atividades acadêmicas. Observou-se a necessidade de formação para todos os docentes para atuarem com o aluno com TEA em suas diversas especificidades, ampliando e construindo conhecimentos acerca do seu processo de ensino, aprendizagem e sociabilidade. Foi evidenciado que a universidade necessita organizar as ações internas já existentes para se tornarem políticas institucionais e garantir o direito desse alunado, dando continuidade ao processo de construção de uma base sólida em sua rede de apoio. |
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