INFORMALIDADE E RESISTÊNCIA CULTURAL: O TRABALHO DAS ARTESÃS DO ALTO DO MOURA -CARUARU – PE.

Este trabalho tem como objetivo investigar as formas de resistência ao que Pelbart (2013) chamou de capitalismo conexionista. Estas, apesar da opressão, são metaforicamente encontrados como vaga-lumes, Didi-Huberman, (2011), mantendo-se brilhantes por meio da atividade artesanal. Além disso, são obs...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Siqueira, Érica Souza, Lopes da Silva, Francisco Carlos, Silva, Mauricéia Henrique
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2021
Country:Brasil
Institution:Sociedade Brasileira de Estudos Organizacionais (SBEO)
Repository:Revista Brasileira de Estudos Organizacionais
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:rbeo.emnuvens.com.br:article/450
Online Access:https://rbeo.emnuvens.com.br/rbeo/article/view/450
Access Level:Open access
Keyword:Estudos Organizacionais,
Resistência; Artesãs; Neoliberalismo, Estudos organizacionais
Description
Summary:Este trabalho tem como objetivo investigar as formas de resistência ao que Pelbart (2013) chamou de capitalismo conexionista. Estas, apesar da opressão, são metaforicamente encontrados como vaga-lumes, Didi-Huberman, (2011), mantendo-se brilhantes por meio da atividade artesanal. Além disso, são observadas as linhas de fuga e os modos de existência e produção que promovem cooperação e associações contra o neoliberalismo Dardot Laval, (2017). Assim, utilizamos os artesãos de barro de Alto do Moura, Caruaru (PE) como unidade de análise. Como metodologia, utilizamos um estudo de caso, tradicional em estudos qualitativos, para coleta de dados (observação participante, questionário estruturado e grupos de discussão). Como conclusão para estudos organizacionais, são apresentadas novas oportunidades de pesquisa e a disseminação de uma comunidade e sua arte.