Crescimento micelial de Agaricus blazei em diferentes substratos

O objetivo deste trabalho foi avaliar a viabilidade da produção micelial de Agaricus blazei em meio líquido com diferentes composições, para uso em produção de semente-inóculo e composto miceliado. Observou-se que a taxa de crescimento micelial dos isolados AB51, LF e SO em meio BDA e em composto co...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Manabe, Akihiko
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2003
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/10674
Acesso em linha:http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/10674
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Agaricus blazei
Agaricus brasiliensis
Cogumelos
Micélio
Fungos
Ciências Agrárias
Descrição
Resumo:O objetivo deste trabalho foi avaliar a viabilidade da produção micelial de Agaricus blazei em meio líquido com diferentes composições, para uso em produção de semente-inóculo e composto miceliado. Observou-se que a taxa de crescimento micelial dos isolados AB51, LF e SO em meio BDA e em composto comercial foi semelhante. Quando esses isolados foram cultivados em meio de cultura líquido, à base de batata, acrescido de glicose, também não foi observada diferença entre o crescimento dos isolados. Porém, quando esse meio foi acrescido de sacarose (açúcar comercial não refinado), o isolado SO foi o que produziu maior massa micelial seca. Ao cultivar o isolado LF em meios de cultura à base de farelos de arroz, farinha de mandioca e,ou fubá, observou-se que nos meios que continham o farelo de arroz, houve maior produção de massa micelial seca. O inóculo líquido, preparado com a mistura de 2% de farelo de arroz e 2% de farinha de mandioca, foi muito eficiente na produção de semente-inóculo à base de grãos de arroz, permitindo uma colonização uniforme do substrato, quando comparado ao inóculo sólido, devido a uma melhor distribuição do micélio fúngico. Entretanto, ao utilizar o inóculo líquido para a inoculação do composto comercial pasteurizado ou esterilizado, mesmo nos casos em que o fungo foi cultivado em meio contendo extrato do composto, não houve crescimento micelial. Pode-se concluir que a produção de pré-inóculo utilizando meio líquido enriquecido com farelos de arroz e,ou farinha de mandioca é uma técnica viável e promissora para a produção de inóculo-semente, por favorecer o crescimento micelial e também pelo baixo custo desses substratos.