A identidade ecológica do movimento dos trabalhadores rurais sem terra - MST: o caso do assentamento Dorcelina Folador - Arapongas - Paraná

O trabalho A identidade ecológica do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST: o caso do assentamento Dorcelina Folador no município de Arapongas - Paraná teve como objetivo a análise das orientações do MST no que diz respeito a preservação ambiental, bem como detectar a construção da iden...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Negri, Paulo Sérgio
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UEL
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.uel.br:123456789/17673
Acceso en línea:https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17673
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:MST - Assentamento
Sustentabilidade
Agroecologia
Fatores limitantes
Ciências Humanas - Sociologia
MST - Settlement
Sustainability
Agro-environment
Restrictive factors
Descripción
Sumario:O trabalho A identidade ecológica do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST: o caso do assentamento Dorcelina Folador no município de Arapongas - Paraná teve como objetivo a análise das orientações do MST no que diz respeito a preservação ambiental, bem como detectar a construção da identidade ecológica do MST e perceber em que medida o discurso agroecológico do Movimento em nível nacional/local rebate junto aos assentados na forma de projeto agroecológico dentro do assentamento. O MST se posiciona contrário ao modelo de agricultura moderna adotado no Brasil que intensificou-se a partir da Revolução Verde, pois o considera nocivo ao meio ambiente além de permitir a exclusão social. Em tese o MST propõe a implantação de um novo modelo de produção agrícola pautado no desenvolvimento rural sustentável (agroecológico). A partir desse pressuposto foi escolhido o assentamento Dorcelina Folador no município de Arapongas no norte do Paraná para que esta pesquisa se realizasse. Foram aplicadas entrevistas aos assentados em duas etapas: a primeira etapa foi realizada com quarenta famílias de assentados e a segunda etapa apenas aos assentados que trabalhavam com produtos orgânicos. A análise dos dados e o confronto com o discurso do MST demonstraram a existência de fatores limitantes que influenciaram a constatação da aplicação efetiva do discurso do MST junto aos assentados deste assentamento sendo eles: ausência de um projeto em produção orgânica; dificuldades dos assentados em romper com o paradigma da agricultura moderna; mercado para produtos orgânicos; falta de formação técnico-educativa específica para a produção agroecológica.