Germinação de sementes de espécies arbóreas nativas da Caatinga em diferentes temperaturas.

Espécies arbóreas nativas da caatinga do nordeste do Brasil são de grande relevância econômica devido à sua multiplicidade de usos, como para a produção de mel, forragem, madeira, energia, ornamentação e produtos fitoterápicos, resultando em problemas graves para as espécies mais procuradas Objetiva...

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Detalles Bibliográficos
Autores: OLIVEIRA, G. M., RODRIGUES, J. M., RIBEIRO, R. C., BARBOSA, L. G., SILVA, J. E. S. B., DANTAS, B. F.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositorio:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/995437
Acceso en línea:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/995437
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Espécies árborea nativa
Aroeira-do-sertão
Quixabeira
Umburana-de-cheiro
Amburana cearensis
Sideroxylon obtusifolium
Planta nativa
Caatinga
Floresta
Semente
Baraúna
Germinação
Myracrodruon Urundeuva
Schinopsis Brasiliensis
Forestry
Descripción
Sumario:Espécies arbóreas nativas da caatinga do nordeste do Brasil são de grande relevância econômica devido à sua multiplicidade de usos, como para a produção de mel, forragem, madeira, energia, ornamentação e produtos fitoterápicos, resultando em problemas graves para as espécies mais procuradas Objetivando obter informações sobre o comportamento fisiológico de sementes de espécies arbóreas nativas da caatinga em diferentes temperaturas, este trabalho foi desenvolvido na Embrapa Semiárido, Petrolina, Pernambuco, Brasil. Sementes de Sideroxylon obtusifolium (Roem & Schult.), Myracrodruon urundeuva (Fr. All.), Amburana cearensis (All.) e Schinopsis brasiliensis (Engel.) germinaram em rolos de papel a 20, 25, 30 e 35°C em um delineamento inteiramente casualizado com cinco repetições de 10 sementes de S. obtusifolium, S. brasiliensis e A. cearensis e cinco repetições de 50 sementes de M. urundeuva. A germinação foi avaliada a cada dois dias, obtendo-se a curva de germinação, germinação final (%) e índice de velocidade de germinação (IVG). Sementes de S. obtusifolium e de M. urundeuva apresentaram maiores porcentagem e velocidade de germinação a 20°C. Sementes de S. brasiliensis apresentaram maior porcentagem de germinação, por volta de 50%, a 25 e 30°C, e maior velocidade de germinação a 30°C. Entre as sementes de A. cearensis a maior germinação (96%) foi observada a 30°C, no entanto, a velocidade de germinação foi maior a 35°C. Estes resultados indicam que cada espécie tem sua temperatura ótima específica para o processo germinativo.