Testes de percepção de fala nos centros de implante coclear: conhecendo a realidade nacional

Os testes de percepção de fala são utilizados na avaliação dos pacientes com perda auditiva de severa a profunda, na indicação da cirurgia de implante coclear, no acompanhamento da reabilitação auditiva e na programação dos processadores de fala. Este trabalho tem por objetivo identificar os testes...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: FARIA, Luisa Robalinho de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/20265
Acceso en línea:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/20265
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Percepção de fala
Implante coclear
Sistema Único de Saúde
Deficiente auditivo
Descripción
Sumario:Os testes de percepção de fala são utilizados na avaliação dos pacientes com perda auditiva de severa a profunda, na indicação da cirurgia de implante coclear, no acompanhamento da reabilitação auditiva e na programação dos processadores de fala. Este trabalho tem por objetivo identificar os testes usados no Brasil e descrever como são empregados nos centros de implante cadastrados ao Sistema Único de Saúde. É um estudo do tipo descritivo, observacional, transversal e quantitativo, desenvolvido no Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Pernambuco. Participaram da pesquisa fonoaudiólogos, lotados nos centros de implante cadastrados no SUS. Os dados foram colhidos por meio de um questionário enviado por e-mail. Dos 26 centros de IC, 17 responderam à pesquisa. Um deles foi excluído, e, em três centros, dois fonoaudiólogos responderam, totalizando um total de 19 participantes. Foi percebida uma variabilidade de respostas entre os centros e dentro de um mesmo serviço. Apenas os sons do Ling e os testes com sentenças foram referidos por 100% dos fonoaudiólogos. Essa variação ocorreu em relação ao tipo de teste, frequência da aplicação, momento em que foi utilizado, intensidade de sinal e forma de aplicação. Concluiu-se que não há uniformidade entre os centros no uso desse material, o que dificulta a avaliação comparativa entre centros, tanto para fins de pesquisa, quanto para avaliação dos dados pelo Ministério da Saúde.