O “lamarckismo” de Freud e a polarização das interpretações
Frequentemente se aponta o “lamarckismo” de Freud. Nas poucas vezes em que foi empreendida com algum rigor historiográfico, a investigação desse traço se prestou ora a denunciar o caráter pseudocientífico da psicanálise, ora a defender o lugar periférico, tardio e, por conseguinte, dispensável de ta...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) |
| Repositorio: | Revista de Filosofia Aurora (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.pucpr.br:article/27557 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.pucpr.br/aurora/article/view/27557 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Freud lamarckismo hereditariedade evolução anacronismo |
| Sumario: | Frequentemente se aponta o “lamarckismo” de Freud. Nas poucas vezes em que foi empreendida com algum rigor historiográfico, a investigação desse traço se prestou ora a denunciar o caráter pseudocientífico da psicanálise, ora a defender o lugar periférico, tardio e, por conseguinte, dispensável de tal “lamarckismo” na obra freudiana. Essas posições devem ser matizadas. Este artigo pretende realizar essa tarefa procurando desfazer os anacronismos que o termo “lamarckismo” abriga e remontar às influentes visões de Ernest Jones, Frank Sulloway e Lucille Ritvo sobre a questão. |
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