Nietzsche e Wagner: bela música para o fim do mundo

O artigo procura revisitar a filosofia do trágico e a filosofia da música nietzschianas no que elas se interpenetram. Abordamos as associações e rupturas entre Nietzsche, Wagner e Schopenhauer, tentando mostrar um pouco das suas contradições, com ênfase no percurso nietzschiano em direção a uma comp...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Sobral Santos, João Wilson
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Repositorio:Revista Trágica
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/38015
Acceso en línea:https://revistas.ufrj.br/index.php/tragica/article/view/38015
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:trágico
belo
música
ironia
Descripción
Sumario:O artigo procura revisitar a filosofia do trágico e a filosofia da música nietzschianas no que elas se interpenetram. Abordamos as associações e rupturas entre Nietzsche, Wagner e Schopenhauer, tentando mostrar um pouco das suas contradições, com ênfase no percurso nietzschiano em direção a uma compreensão possível do belo enquanto “belo trágico”, em razão da importância do elemento dionisíaco para o filosófo. O fio condutor dessa compreensão estética é a música, sobretudo o prelúdio de Tristão e Isolda e sua antítese irônica, Carmen. Para disparar, apoiar e oferecer um exemplo de aplicação artística da discussão, recorremos ao filme Melancholia (2011), de Lars von Trier.