O LUGAR DO ESTRANGEIRO NO ESTADO: ENTRE ARISTÓTELES E AGAMBEN

O presente trabalho tem como objetivo expor as implicações do conceito de estrangeiro no campo político da cidadania. Dito de outro modo, a propõe-se aqui compreender o que torna o ser humano um cidadão, elemento inserido na rotina e na jurisdição da cidade, e o estrangeiro, ente esvaziado de caract...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Macedo, Rodrygo Rocha
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP)
Repositório:Kínesis (Marília) - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.www2.marilia.unesp.br:article/5442
Acesso em linha:https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/5442
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Estrangeiro
Aristóteles
Agamben
Descrição
Resumo:O presente trabalho tem como objetivo expor as implicações do conceito de estrangeiro no campo político da cidadania. Dito de outro modo, a propõe-se aqui compreender o que torna o ser humano um cidadão, elemento inserido na rotina e na jurisdição da cidade, e o estrangeiro, ente esvaziado de características políticas, e como a polaridade cidadão-estrangeiro se configura na relação entre países após a Modernidade. Para tal, foram visitados os acordos internacionais vigentes de direitos do homem, bem como os textos do filósofo grego Aristóteles confrontados com as ideias do pensador italiano Giorgio Agamben sobre a mesma questão.