Feminismo negro acadêmico: resistência e práticas insurgentes nas trajetórias de professoras negras universitárias
A maioria das pesquisas sobre professoras negras universitárias se concentra na análise das trajetórias anteriores ao exercício do magistério no ensino superior, bem como no processo de tornarem-se negras. Reconhecendo a importância destas contribuições, a presente pesquisa aborda a trajetória de pr...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/37069 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/37069 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS Trajetória Feminismo negro acadêmico Professoras negras Insubmissão Trajectory Academic black feminism Black teachers Non-submission |
| Sumario: | A maioria das pesquisas sobre professoras negras universitárias se concentra na análise das trajetórias anteriores ao exercício do magistério no ensino superior, bem como no processo de tornarem-se negras. Reconhecendo a importância destas contribuições, a presente pesquisa aborda a trajetória de professoras negras na Universidade Federal da Bahia (UFBA), a partir de uma perspectiva teórica feminista negra e decolonial, tendo como objetivo entender a formação acadêmica, a escolha pelo magistério superior, o exercício da profissão, as experiências profissionais anteriores ao ingresso na UFBA, a produção acadêmica e bibliográfica, assim como compreender a influência da raça nas escolhas dos temas de pesquisa e abordagens acadêmicas. A metodologia desta pesquisa é qualitativa, com a realização de entrevistas e observação participante durante os anos de 2018 e 2019, portanto, anterior à pandemia da Covid-19; e também quantitativa, a partir da análise dos dados dos currículos das professoras disponíveis na Plataforma Lattes/CNPq. Os resultados apontam para o compromisso com a boa formação d@s estudantes, de um modo geral, e, particularmente, d@s estudantes negr@s, quase sempre minoria nos cursos analisados, além disso é dedicada uma atenção especial para a formação da consciência crítica com relação às desigualdades existentes em nossa sociedade. Tudo isso leva à constituição de uma área/campo de atuação do Feminismo Negro que denominamos de Feminismo Negro Acadêmico |
|---|