Resistência de biótipos de Digitaria insularis (L.) Fedde aos herbicidas glyphosate e clethodim
O principal método utilizado no controle de Digitaria insularis é o químico com o herbicida glyphosate. Entretanto, o uso repetido de glyphosate selecionou biótipos de Digitaria insularis resistentes. Os herbicidas inibidores da enzima ACCase são a principal alternativa de controle de biótipos resis...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) |
| Repositorio: | Repositório da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.uenp.edu.br:123456789/271 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.uenp.edu.br/handle/123456789/271 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Planta daninha Eficácia Curva-dose-resposta Glyphosate Clethodim Ciências Agrárias Agronomia Ciência do Solo Fitossanidade |
| Sumario: | O principal método utilizado no controle de Digitaria insularis é o químico com o herbicida glyphosate. Entretanto, o uso repetido de glyphosate selecionou biótipos de Digitaria insularis resistentes. Os herbicidas inibidores da enzima ACCase são a principal alternativa de controle de biótipos resistentes ao glyphosate. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência de Digitaria insularis, de sementes coletadas em diferentes locais do Estado do Paraná (Cascavel, Palotina, Maringá Santa Mariana e Leópolis), por um modelo de avaliação de curva dose-resposta, levando em consideração doses variáveis de herbicidas glyphosate 0; 480; 960; 1920; 2880 e 3840 g a.i. ha-1 e de clethodim 0; 48; 96; 192; 288 e 384 g a.i.. ha-1. Foram realizados dois experimentos no delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial (5 x 6) sendo cinco locais de coleta de sementes, seis doses dos herbicidas e cinco repetições. Para o primeiro experimento, o herbicida utilizado foi o glyphosate, e para o segundo o clethodim acrescido de óleo mineral (assist 1,0 L p.c. ha-1). As doses testadas foram equivalentes a 0; 0,5; 1; 2; 3 e 4 vezes a dose recomendada dos herbicidas. A unidade experimental foi representada por 1 vaso de 1,0 litro com 1 planta/ vaso. Nos municípios de Cascavel, Palotina, Maringá e Santa Mariana foram encontrados biótipos de Digitaria insularis resistentes ao glyphosate. Além disso, nas áreas de Cascavel, Palotina e Santa Mariana foram encontrados biótipos de Digitaria insularis que não foram controlados pelas doses recomendadas de clethodim, indicando nestas áreas a possibilidade de ocorrência de resistência múltipla. |
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