Perspectivas histórico culturais da loucura na Guerra Fria (1945-1989)
A presente resenha sobre o livro Madness in Cold War America de Alexander Dunst busca apresentar a trajetória da loucura entre uma patologia e a retórica cultural e de estado americano. A partir de cinco capítulos densamente construídos o autor apresenta a importância de localizar a loucura como pro...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista de História (São Paulo) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/167449 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/167449 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | História Cultural Guerra Fria Estados Unidos Política e cultura Contracultura Cultural History Cold War United States Politics and culture Counterculture |
| Resumo: | A presente resenha sobre o livro Madness in Cold War America de Alexander Dunst busca apresentar a trajetória da loucura entre uma patologia e a retórica cultural e de estado americano. A partir de cinco capítulos densamente construídos o autor apresenta a importância de localizar a loucura como produto da Guerra Fria. A partir de fontes literárias e cinematográficas o autor faz uma intensa analise sobre como a psicanálise e psiquiatria se tornou popular no cotidiano dos americanos. Ademais, a retórica do governo americano também utilizou do vocabulário teórico da psicanalise para enquadrar os indivíduos que eram compatíveis com a ideologia liberal, dessa maneira, a polarização entre o normal e louco se estendeu tanto para uma condenação da União Soviética como irracional/ patológica como também para enquadrar os comportamentos aceitáveis na sociedade americana. |
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