Uma análise comparativista a partir da representação da rivalidade e da obsessão em obras de Fiódor Dostoiévski e Lúcio Cardoso
O presente artigo tem por objetivo apresentar uma análise comparativista de viés estético-recepcional a partir de narrativas ficcionais de Fiódor Dostoiévski e Lúcio Cardoso, a fim de explorar a representação da obsessão e da rivalidade em suas narrativas, visando evidenciar as convergências e diver...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Sindicato das Secretárias do Estado de São Paulo (SINSESP) |
| Repositorio: | GeSec |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.revistagesec.org.br:article/4034 |
| Acceso en línea: | https://ojs.revistagesec.org.br/secretariado/article/view/4034 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Lúcio Cardoso Fiódor Dostoiévski Comparativismo Obsessão Rivalidade |
| Sumario: | O presente artigo tem por objetivo apresentar uma análise comparativista de viés estético-recepcional a partir de narrativas ficcionais de Fiódor Dostoiévski e Lúcio Cardoso, a fim de explorar a representação da obsessão e da rivalidade em suas narrativas, visando evidenciar as convergências e divergências estilísticas entre ambos, bem como a herança deixada pelo autor russo e incorporada à obra de Cardoso. Para tanto, o corpo de análise da pesquisa será composto pelas narrativas Crime e Castigo (2009), Memórias do Subsolo (2000) e O sonho de um homem ridículo (2011), de Dostoiévski; e Diários (2012), A luz no subsolo (2003) e Crônica da Casa Assassinada (2021), de Cardoso. Ademais, serão utilizados como aporte teórico Coutinho (1991) e Nitrini (1997), no que se refere a abordagem comparativista; Jauss (1982), com relação a estética da recepção; Girard (2009; 2011), o qual discorre acerca da rivalidade e da obsessão apoiando-se em seu conceito de “desejo mimético”; Bakhtin (1997), o qual discute aspectos intrínsecos das obras de Dostoiévski; e Gomide (2011), o qual explora a recepção da literatura russa no Brasil. |
|---|