Considerações sobre o uso de criptomoedas no financiamento ao terrorismo e seus impactos para a Segurança e Defesa nacionais
O ataque de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos da América, acarretou no desenvolvimento de novas estratégias para prevenção e combate ao terrorismo, conjugando investigações mais invasivas e esforços militares, com destaque para Forças de Operações Especiais. Com o fortalecimento dos mecanis...
| Authors: | , |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2022 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Escola Superior de Guerra (ESG) |
| Repository: | Repositório Institucional da Escola Superior de Guerra (ESG) |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.esg.br:123456789/1556 |
| Online Access: | https://repositorio.esg.br/handle/123456789/1556 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Terrorismo Guerra híbrida Crimes cibernéticos |
| Summary: | O ataque de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos da América, acarretou no desenvolvimento de novas estratégias para prevenção e combate ao terrorismo, conjugando investigações mais invasivas e esforços militares, com destaque para Forças de Operações Especiais. Com o fortalecimento dos mecanismos internacionais de repressão do financiamento ao terrorismo, as criptomoedas surgiram como alternativa para atividades ilícitas, por existir uma grande dificuldade em identificar e rastrear as transações. Criptomoedas são ativos virtuais, protegidos por criptografia, cujas operações são executadas e armazenadas numa rede de computadores. No Brasil, a Polícia Federal é responsável pelo enfrentamento do terrorismo e seu financiamento, podendo contar com o apoio do Comando de Defesa Cibernética na repressão a crimes cibernéticos. O objetivo geral deste artigo é estudar as razões pelas quais criptomoedas podem ser utilizadas como fonte de financiamento ao terrorismo, no contexto da Segurança Nacional. A metodologia desenvolvida foi a pesquisa exploratória. A conclusão aponta para a necessidade de contínua e incremental integração entre órgãos civis de Segurança e Forças Armadas, notadamente os engajados na atividade de Inteligência e no setor cibernético, tanto no âmbito internacional como no nacional. No contexto da Defesa Nacional identificamse repercussões do tema para o estudo da Guerra Híbrida e das táticas de “Zona Cinza”. |
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