Educação financeira e correspondentes bancários no Brasil: o caso dos correspondentes da Caixa Econômica Federal de Sergipe
O presente trabalho tem por objetivo incentivar o debate sobre o nível de educação financeira dos sócios/proprietários de correspondentes bancários como um todo, através de pesquisa inicial exploratória, realizada com correspondentes bancários da Caixa Econômica Federal do Estado de Sergipe. Esse tr...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Repositorio: | Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.fgv.br:10438/35626 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/10438/35626 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Educação financeira Correspondentes bancários Inclusão social Letramento financeiro Financial education Bank correspondents Social inclusion Financial literacy Economia Integração social |
| Sumario: | O presente trabalho tem por objetivo incentivar o debate sobre o nível de educação financeira dos sócios/proprietários de correspondentes bancários como um todo, através de pesquisa inicial exploratória, realizada com correspondentes bancários da Caixa Econômica Federal do Estado de Sergipe. Esse trabalho se justifica pela crescente a acelerada quantidade de correspondentes presentes no território brasileiro nos últimos 20 anos, que vem revolucionando o nosso sistema bancário, em um fenômeno que pode ser considerado único ao redor do mundo. Esses correspondentes são contratados por bancos ou financeiras para a prestação de serviços bancários nas mais diversas localidades do Brasil, assumindo o papel dos bancos e ampliando significativamente a sua capacidade de atendimento. Um movimento que se iniciou com foco no pagamento de contas e benefícios sociais, em áreas remotas e mais distantes dos grandes centros, e que rapidamente se tornou um grande negócio para as instituições financeiras, aumentando a clientela dos bancos e permitindo a reorganização de todo o sistema de atendimento, dentro de um contexto de acelerados avanços tecnológicos, que permitiram por exemplo a transformação do aparelho celular no principal instrumento de transação bancária utilizado no país. Tal movimento coloca em evidência a preocupação com o nível adequado de preparação desses correspondentes para atuação de forma tão importante e rotineira junto aos cidadãos, sobretudo em virtude de potenciais consequências geradas do ponto de vista da inclusão social, nível de endividamento, planejamento financeiro das famílias e do funcionamento do sistema financeiro como um todo. |
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