Competição em floresta natural de araucária na região noroeste do Rio Grande do Sul-Brasil.
Objetivou-se com o trabalho estimar, avaliar e selecionar o melhor índice de competição em um fragmento florestal na região noroeste do RS e analisar o comportamento da floresta pós manejo. O estudo foi realizado em um fragmento florestal com cerca de 50 ha, localizado em Erval Seco- RS (27° 36? 49,...
| Autores: | , , , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1111185 |
| Acceso en línea: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1111185 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Floresta Ombrófila Mista Incremento Índices de competição Mixed Ombrophylous Forest Increment Competition indices |
| Sumario: | Objetivou-se com o trabalho estimar, avaliar e selecionar o melhor índice de competição em um fragmento florestal na região noroeste do RS e analisar o comportamento da floresta pós manejo. O estudo foi realizado em um fragmento florestal com cerca de 50 ha, localizado em Erval Seco- RS (27° 36? 49,60? S e 53° 29? 23,05? W). O fragmento apresenta vegetação classificada como ecótono, onde ocorre a transição da Floresta Ombrófila Mista (FOM) e Floresta Estacional Decidual (FED). Foram mensuradas 62 árvores de araucária (diâmetro a 1,30 m do solo ≥ 10 cm). Para análise da competição da araucária foram analisados 13 índices, sendo eles dependentes da distância e independentes da distância. Dentre os 13 índices testados, os que apresentaram melhor desempenho foram IID9 (independente da distância) (R2 aj = 0,7725; r = 0,806; Sxy% = 3,97) e IDD13 (dependente da distância) (R2 aj = 0,6077; r = 0,673; Sxy% = 6,91). O incremento diamétrico dos indivíduos de araucária demostraram que para a espécie, após 20 anos de ter ocorrido o manejo florestal, há indicativo de que já poderia haver nova intervenção no local, pensando em favorecer os indivíduos jovens para a conservação dos mesmos e posteriormente buscando a produção de produtos madeireiros e não madeireiros. |
|---|