O amor no cérebro
Neste artigo, eu procurarei mostrar a relação entre o sentimento do amor e neurotransmissores, bem como o lugar do amor no cérebro. Na primeira parte, eu examinarei a tradição de ligar emoções e fisiologia, partindo da intuição cartesiana de que os sentimentos têm um aspecto fisiológico. Num segundo...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) |
| Repositorio: | Princípios (Natal. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufrn.br:article/7671 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/7671 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Amor Cérebro Dopamina |
| Resumo: | Neste artigo, eu procurarei mostrar a relação entre o sentimento do amor e neurotransmissores, bem como o lugar do amor no cérebro. Na primeira parte, eu examinarei a tradição de ligar emoções e fisiologia, partindo da intuição cartesiana de que os sentimentos têm um aspecto fisiológico. Num segundo momento, mostrarei os experimentos da neurologista Helen Fisher sobre o amor, nos quais buscou detectar as regiões cerebrais responsáveis por esse sentimento. |
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