Considerações sobre a noção de inteligência nos escritos iniciais de Freud
O presente trabalho tem como objetivo estudar a origem do desenvolvimento da função intelectual de acordo com as formulações elaboradas por Freud em suas primeiras obras. Para alcançarmos esse objetivo, empregamos como metodologia a pesquisa bibliográfica e o arcabouço teórico redigido por Freud. Em...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-26012011-145241 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-26012011-145241/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Freud inteligência intelligence pensamento psicanálise psychoanalysis thought |
| Sumario: | O presente trabalho tem como objetivo estudar a origem do desenvolvimento da função intelectual de acordo com as formulações elaboradas por Freud em suas primeiras obras. Para alcançarmos esse objetivo, empregamos como metodologia a pesquisa bibliográfica e o arcabouço teórico redigido por Freud. Embora Freud não tenha escrito um texto específico sobre o tema, foi se referindo ao pensamento que ele abordou as questões relativas às funções intelectuais e à aquisição do conhecimento. Ao se ocupar dos processos de pensamento, ele procurou entender como o sujeito pensa e como se organizam as estruturas que permitem essa função. Por essa via, Freud recuperou o lugar daquelas funções conhecidas como processo intelectuais superiores, que incluem a reflexão, a inferência, a recordação, a associação, a percepção, bem como a capacidade da atenção. Ao estender a noção de processos de pensamento às mais diversas formas de expressões psíquicas pensamento cognitivo, pensamento onírico, pensamento artístico , Freud marcou a originalidade de sua concepção. Pois faz todas as formas de pensamento citadas, derivarem dos processos inconscientes. É nesse sentido que Freud teoriza a existência de um processo primário que dá lugar ao processo secundário e a possibilidade desse último considerar a realidade externa. Mas, se por um lado, o pensamento cognitivo decorre da inibição dos processos primários, por outro lado, isso não significa que ele tenha renunciado ao princípio do prazer, sem desejo não é possível conhecimento. Assim, essa pesquisa aponta para a consideração fundamental dos desejos originários como a força propulsora dos processos de pensamento. |
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