Tradução e validação da escala Dyspnoea-12 para o português falado no Brasil em pacientes com DPOC e hipertensão pulmonar

Objetivo: Traduzir e adaptar para o português falado no Brasil a escala Dyspnoea-12. Fornecer dados de validação da escala para pacientes com DPOC e hipertensão pulmonar (HP). Métodos: A versão em inglês da escala Dyspnoea-12 sofreu processo clássico de tradução, até obtenção de versão definitiva em...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Simsic, Aline Aparecida
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-30032017-135743
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-30032017-135743/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:COPD
Dispneia
DPOC
Dyspnea
Hipertensão Pulmonar
Pulmonary hypertension
Descripción
Sumario:Objetivo: Traduzir e adaptar para o português falado no Brasil a escala Dyspnoea-12. Fornecer dados de validação da escala para pacientes com DPOC e hipertensão pulmonar (HP). Métodos: A versão em inglês da escala Dyspnoea-12 sofreu processo clássico de tradução, até obtenção de versão definitiva em português denominada Dispneia-12-Pt. A escala Dispneia-12-Pt foi aplicada a 51 pacientes com DPOC (33 homens; idade: 66,4±8,1 anos; VEF1: 48,7±17,2%) e 15 com HP de diferentes etiologias (12 mulheres; idade: 45,8±12,7 anos; pressão sistólica da artéria pulmonar: 88±33,2 mmHg). Os voluntários responderam a escala de dispneia do Medical Research Council(MRC), o índice de dispneia basal (IDB), a escala hospitalar de ansiedade e depressão, questionário respiratório de Saint George (QRSG), avaliação funcional respiratória e teste da caminhada dos seis minutos (TC6min). Sessenta voluntários responderam a escala uma segunda vez, duas semanas após a primeira avaliação. Resultados: No grupo DPOC a escala Dispneia-12-Pt apresentou correlações significantes com as escalas MRC (r=0,4641; p=0,0006), IDB (r=0,515; p <0,0001), QRSG (r=0,8113; p<0,0001), ansiedade (r=0,4714; p=0,0005), depressão (0,4139; p=0,0025) e distância percorrida no TC6min (r=0,3293; p=0,0255). No grupo com HP a escala mostrou correlações significantes com as escalas MRC (r=0,5774; p=0,0242), QRSG (r=0,6907; p=0,0044), distância percorrida no TC6min (r=0,7193; p=0,0025) e difusão do monóxido de carbono (r=0,564; p=0,0447). O alfa de Cronbach para os voluntários analisados em um único grupo foi 0,927 e o coeficiente de correlação intraclasse 0,8456. Conclusões: A escala Dispneia-12-Pt apresenta propriedades biométricas aceitáveis e pode ser empregada em pacientes brasileiros com dispneia de diferentes etiologias.