Análise Rasch do Power as Knowing Participation in Change Tool - Versão Brasileira

OBJETIVOS: o objetivo do estudo foi avaliar os itens da versão brasileira do Power as Knowing Participation in Change Tool (PKPCT). MÉTODO: investigação das propriedades psicométricas do instrumento por meio da análise Rasch. RESULTADOS: foram analisados dados de 952 auxiliares de enfermagem e 627 e...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Guedes, Erika de Souza, Orozco-Vargas, Luiz Carlos, Turrini, Ruth Natália Teresa, Sousa, Regina Márcia Cardoso de, Santos, Mariana Alvina dos, Cruz, Diná de Almeida Lopes Monteiro da
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:inglés
portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/52939
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/52939
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Rasch
Questionários
PKPCT
Questionnaires
Cuestionarios
Descripción
Sumario:OBJETIVOS: o objetivo do estudo foi avaliar os itens da versão brasileira do Power as Knowing Participation in Change Tool (PKPCT). MÉTODO: investigação das propriedades psicométricas do instrumento por meio da análise Rasch. RESULTADOS: foram analisados dados de 952 auxiliares de enfermagem e 627 enfermeiros (idade média 44,1 (DP=9,5) anos; 13,0% homens). As subescalas escolhas, consciência, liberdade e envolvimento foram testadas separadamente e apresentaram unidimensionalidade; as categorias de resposta dos itens foram colapsadas de 7 para 3 níveis, os itens se ajustaram bem ao modelo, com exceção do item de liderado/de líder, cujos valores de infit e outfit ficaram acima de 1,4; esse item também apresentou DIF (differential item functioning) para função do respondente. A confiabilidade dos itens foi de 0,99 e a confiabilidade das pessoas variou de 0,80 a 0,84 nas subescalas. Não foram identificados itens nos extremos de dificuldade. CONCLUSÕES: o PKPCT não deve ser tratado como unidimensional, é necessário que sejam criados itens nos extremos de dificuldade da escala e investigado o funcionamento diferencial de alguns itens.