Emancipação e silenciamento em Save Me the Waltz (1932), de Zelda Fitzgerald
O presente trabalho propõe uma análise do romance publicado pela estadunidense Zelda Fitzgerald (1900 – 1948), intitulado Save Me the Waltz (1932), segundo o olhar da crítica feminista. A análise contempla como os papeis de gênero aparecem incutidos nas personagens, reproduzidos por meio de padrões...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/192081 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/192081 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Zelda Fitzgerald Crítica feminista Literatura de autoria feminina Papeis de gênero Feminist criticism |
| Sumario: | O presente trabalho propõe uma análise do romance publicado pela estadunidense Zelda Fitzgerald (1900 – 1948), intitulado Save Me the Waltz (1932), segundo o olhar da crítica feminista. A análise contempla como os papeis de gênero aparecem incutidos nas personagens, reproduzidos por meio de padrões de masculinidade e feminilidade nos quais são construídos. Também discute sobre a vida e obra de Zelda Fitzgerald, junto ao contexto em que a obra foi publicada (mesmo contexto em que a trama se passa), tendo em vista tratar-se de uma narrativa de autoria feminina com suas particularidades. Por fim, atrelado tanto à crítica feminista quanto à escrita de autoria feminina, foi feita a análise sobre o gênero da obra levando-se em conta a ficcionalidade, o autobiográfico, a literatura sulista e a literatura de formação e de artista. O método de análise do corpus orienta-se pela crítica feminista e tem o trabalho de Showalter (1977 e 1994) como base. Os gêneros textuais abordados alinham-se com as ideias de Lejeune (2008), Jones (2002), Nanney (1993) e Pinto (1990). |
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