Prevalência de Lesões Musculoesqueléticas em Praticantes de Crossfit®: Uma Revisão Sistemática / Prevalence of Musculoskeletal Injuries in Crossfit® Practitioners: A Systematic Review
Introdução: Atualmente, o Brasil é o segundo país com o maior número de praticantes dessa modalidade. Estudos recentes apresentam associados ao treinamento de CrossFit® prevalências variáveis de lesões, com inúmeros fatores possivelmente significativos. Diante disso, o objetivo da revisão foi avalia...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/40233 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/40233 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CrossFit Incidência de lesão High-intensity workout. |
| Sumario: | Introdução: Atualmente, o Brasil é o segundo país com o maior número de praticantes dessa modalidade. Estudos recentes apresentam associados ao treinamento de CrossFit® prevalências variáveis de lesões, com inúmeros fatores possivelmente significativos. Diante disso, o objetivo da revisão foi avaliar a hipótese de que a prática de CrossFit® está associada a alta prevalência de lesões musculoesqueléticas e, secundariamente, definir o segmento corporal mais acometido. Metodologia: a revisão sistemática foi realizada de acordo com os critérios do PRISMA, selecionando estudos das bases de dados do Scielo e Pubmed que atendiam ao objetivo, sem recorte temporal, em português e inglês e com participantes com idade superior ou igual a 18 anos. Os descritores utilizados foram CrossFit, Crossfit injury e Crossfit training. A qualidade dos estudos foi avaliada através da iniciativa Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE). Resultados: Após o processo de seleção e triagem dos artigos a revisão sistemática contou com 11 artigos que atenderam aos critérios de inclusão. A pontuação média da qualidade dos estudos foi de 18,68 com uma nota mínima de 15 e máxima de 20,5. A prevalência de lesão variou de 73,5 a 12,8%, com taxa de lesão por 1000 horas de 18,9 a 3,1. O segmento mais acometido nos estudos foi ombro, seguido por lombar. Conclusão: A prevalência de lesão é variável e depende de vários fatores e do perfil dos praticantes, acometendo tanto praticantes menos experientes quanto os mais experientes. Os segmentos mais acometidos estão diretamente relacionados com os exercícios realizados na prática. |
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