A possibilidade do novo: o conceito de natalidade em Hannah Arendt
O presente estudo pretende apresentar a noção de natalidade a partir da obra A condição humana (1958) de Hannah Arendt, pensadora que se debruçou sobre as questões mais complexas da contemporaneidade especialmente na abordagem da política. Com a noção de natalidade Arendt procura retratar a relação...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) |
| Repositorio: | Dialektiké |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:holos.ifrn.edu.br:article/5872 |
| Acceso en línea: | https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/dialektike/article/view/5872 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Hannah Arendt Condição Humana Natalidade Política |
| Sumario: | O presente estudo pretende apresentar a noção de natalidade a partir da obra A condição humana (1958) de Hannah Arendt, pensadora que se debruçou sobre as questões mais complexas da contemporaneidade especialmente na abordagem da política. Com a noção de natalidade Arendt procura retratar a relação do ser humano com o seu nascimento, é a partir deste conceito que ela observa no prolongamento de uma vida a possibilidade sempre atual do novo. Novas transformações ocorreriam mediante o surgimento de uma nova vida, pois somente uma nova criação é capaz de trazer ao mundo o "novo", mesmo que na forma de um recomeço. Cada ser humano possui em si a capacidade de criar, inventar e se superar a cada instante, sendo por isso, mutável e inconstante. Com seu nascimento não é só uma vida que vem ao mundo, mas uma nova história a ser construída. Só o homem é capaz de criar o novo, a natureza não conhece tal artifício, por isso, a natalidade passa a ser em Arendt o princípio de um novo começo, um momento de ruptura com o que era e com o que ainda vai ser. Esta pesquisa consiste em uma revisão bibliográfica e trabalha especificamente as obras A condição Humana (1958) e Entre o Passado e o Futuro (1968) de Hannah Arendt, além de estudos de sua obra como CORREIA (2006) e CORREIA (2008). |
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