MAUS-TRATOS CONTRA O IDOSO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: VISÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE

Este estudo teve o objetivo de analisar a vivência do agente comunitário de saúde (ACS) na violência contra os idosos. Trata-se de um estudo qualitativo, o qual avaliou 39 ACS, de cinco unidades básicas de saúde do município de Maringá, Paraná. A análise das entrevistas foi baseada na Análise de Con...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Leindecker, Cassiana Regina, Souza Sá, Jeferson, Oliveira, Daniel Vicentini de, Quevedo dos Santos, Natália, Grossi Milani, Rute, Silva Macuch, Regiane
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Tiradentes (UNIT)
Repositorio:Interfaces Científicas. Saúde e Ambiente (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.emnuvens.com.br:article/10096
Acceso en línea:https://periodicos.set.edu.br/saude/article/view/10096
Access Level:acceso abierto
Descripción
Sumario:Este estudo teve o objetivo de analisar a vivência do agente comunitário de saúde (ACS) na violência contra os idosos. Trata-se de um estudo qualitativo, o qual avaliou 39 ACS, de cinco unidades básicas de saúde do município de Maringá, Paraná. A análise das entrevistas foi baseada na Análise de Conteúdo de Lawrence Bardin. O perfil dos participantes mostrou predominância de profissionais do sexo feminino, totalizando 94,59% mulheres e 5,41% homens. Os ACS relataram compreensão clara sobre o que é “violência contra os idosos”. De modo geral, o conceito delimitado nos discursos como “negligência e violência verbal” foram os mais prevalentes. Durante as entrevistas alguns ACS relataram que nunca identificaram violência contra a pessoa idosa na sua área de atuação. A formação deste profissional de saúde necessita de aprimoramento constante, tanto pelas mudanças que o envelhecimento da população traz aos serviços públicos como para melhoria das práticas de acolhimento ao idoso que sofre maus-tratos.