Uso de drogas ilícitas e perspectivas críticas de familiares e pessoas próximas, na cidade do Rio de Janeiro, Zona Norte, Brasil

Este artigo apresenta resultados parciais quantitativos da cidade do Rio de Janeiro, Zona Norte, Brasil, de estudo multicêntrico envolvendo sete países latino-americanos e Canadá. O objetivo foi descrever a perspectiva de familiares/pessoas próximas a usuários de drogas ilícitas sobre fatores protet...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Vargens, Octavio Muniz da Costa, Brands, Bruna, Adlaf, Edward, Giesbrecht, Norman, Simich, Laura, Wright, Maria da Gloria Miotto
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2009
Country:Brasil
Institution:Universidade de São Paulo (USP)
Repository:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/4090
Online Access:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/4090
Access Level:Open access
Keyword:street drugs
Latin America
family
drogas ilícitas
América Latina
família
familia
Description
Summary:Este artigo apresenta resultados parciais quantitativos da cidade do Rio de Janeiro, Zona Norte, Brasil, de estudo multicêntrico envolvendo sete países latino-americanos e Canadá. O objetivo foi descrever a perspectiva de familiares/pessoas próximas a usuários de drogas ilícitas sobre fatores protetores e de risco, iniciativas de prevenção, serviços de tratamento e aspectos legais relacionados às drogas ilícitas. Foram entrevistados 99 indivíduos autodeclarados pessoalmente afetados por terem um familiar/pessoa próxima usuário de drogas ilícitas, abordando sua perspectiva quanto aos domínios chave. Os informantes eram principalmente mulheres (73,7%); os familiares usuários de drogas eram principalmente homens (78,2%); a droga mais usada era a maconha (77,8%). Como fator protetor destacou-se a existência na comunidade de atividades recreativo-esportivas (88,9%) e, como fator de risco, a curiosidade por novas experiências (94,4%). Os principais serviços de tratamento eram de grupos de igrejas (51,5%) e as leis deveriam ser mais punitivas (82,8%). Conclui-se que essas informações são essenciais na luta contra o uso/abuso de drogas, indicando a necessidade de ações que valorizem perspectivas diversas em diferentes níveis.