Vivências e Expectativas de Mães com Recém-nascidos Pré-termo Internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal
O objetivo deste trabalho foi o de conhecer vivências e expectativas de mães com recém-nascidos pré-termo internados em unidades de terapia intensiva neonatal (UTINs) avaliando processos proximais iniciais mãe-filho. O planejamento foi pelaTeoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano, com a partici...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Estudos e Pesquisas em Psicologia (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/19410 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/revispsi/article/view/19410 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Relações mãe-filho recém-nascido nascimento prematuro terapia intensiva neonatal Psicologia |
| Sumario: | O objetivo deste trabalho foi o de conhecer vivências e expectativas de mães com recém-nascidos pré-termo internados em unidades de terapia intensiva neonatal (UTINs) avaliando processos proximais iniciais mãe-filho. O planejamento foi pelaTeoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano, com a participação de 62 mães. A maioria delas nunca tinha pensado na possibilidade da hospitalização do filho. A UTIN foi descrita como ambiente de cuidado e atenção, mas a vivência foi avaliada como evento impactante, independente da escolaridade, classe econômica, tipo de UTIN e idade gestacional (p>0,05), relatando tristeza e preocupação (45,2%), rotina cansativa, mas necessária (24,2%) e, mesmo diante da felicidade pela recuperação, o período inicial foi difícil e doloroso (30,6%). Para a maioria não terá consequência negativa na relação mãe-bebê (66,2%) e os processos proximais iniciais combinaram contato físico, conversa e amamentação.As mães estavam enfrentando a hospitalização do bebê sob perspectiva positiva, a partir dos próprios recursos biopsicológicos, apoio familiar e profissional. |
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