As interações entre oração e magia no cristianismo primitivo na carta de Tiago 5.12-20

As interações no Cristianismo Primitivo podem ser observadas nos textos do Novo Testamento e nas mais variadas redes textuais do cristianismo primitivo que abarcam um conjunto de apócrifos e pseudepígrafos. O Cristianismo tem sua origem no judaísmo, portanto interage diretamente com suas práticas cu...

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Detalles Bibliográficos
Autor: SILVA, Renato Cunha
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA)
Repositorio:Repositório da METODISTA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.metodista.br:123456789/516
Acceso en línea:https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/516
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Magia
Oração
Cristianismo Primitivo
Mago
Presbítero
Magic
Prayer
Early Christianity
Magician
Priest
Ciências Humanas
Descripción
Sumario:As interações no Cristianismo Primitivo podem ser observadas nos textos do Novo Testamento e nas mais variadas redes textuais do cristianismo primitivo que abarcam um conjunto de apócrifos e pseudepígrafos. O Cristianismo tem sua origem no judaísmo, portanto interage diretamente com suas práticas culturais, rituais mágicos e sociais. Soma-se a isso sua existência em um mundo helenizado, que traz um tipo de aculturação. Diante desta relação cultural foi escrita a carta de Tiago e este escrito nos permite observar estas interações e deduzir a fluidez religiosa. Em Tiago 5.12-20 é possível perceber oração e magia ou oração mágica. Nela registrou-se como oração o que pode ser notado como uma interação entre oração e magia. Nossa pesquisa propõe encontrar as características entre magia e oração e sua possibilidade de influenciar a narrativa desse texto. Além disso, também demonstraremos quais são as semelhanças entre o texto de Tiago 5.12-20, a literatura judaica e os Papiros Mágicos Gregos, que fazem parte do contexto cultural no qual o Cristianismo Primitivo está inserido, além de suas possíveis interações. Consequentemente, pretende-se fazer comparações entre o mago e o presbítero, que o mago poderia ter sido tornado em presbítero.