O sistema ubiquitina-proteassoma no modelo de hipertrofia cardíaca induzida por hormônio tireoidiano.

Disfunções da glândula tireóide são, frequentemente, associadas a manifestações cardiovasculares e, em situações de hipertireoidismo, o coração hipertrofia. A hipertrofia cardíaca (HC) consiste em uma resposta adaptativa caracterizada pelo aumento de síntese de proteínas estruturais. O Sistema Ubiqu...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Lino, Caroline Antunes
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-13032014-162752
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42131/tde-13032014-162752/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Glândula tireóide
Hipertireoidismo
Hormônios tireoidianos
Hyperthyroidism
Metabolismo de proteína
Proteasome
Proteassoma
Protein metabolism
Sistema ubiquitina proteassoma
Thyroid gland
Thyroid hormones
Ubiquitin proteasome system
Descripción
Sumario:Disfunções da glândula tireóide são, frequentemente, associadas a manifestações cardiovasculares e, em situações de hipertireoidismo, o coração hipertrofia. A hipertrofia cardíaca (HC) consiste em uma resposta adaptativa caracterizada pelo aumento de síntese de proteínas estruturais. O Sistema Ubiquitina Proteassoma (UPS) corresponde ao principal mecanismo de proteólise intracelular e crescentes evidências sugerem seu envolvimento no desenvolvimento da HC. O objetivo do presente estudo foi avaliar a modulação do UPS no tecido cardíaco de animais submetidos ao hipertireoidismo. Os resultados referentes ao aumento da atividade e expressão do proteassoma (PT) cardíaco apresenta-se mais contundente no grupo tratado por 7 dias, período em que a HC já encontra-se estável. Ao término de 14 e 21 dias, a modulação desse sistema tende à normalização. Os resultados obtidos atestam evidências da literatura que sugerem o aumento da atividade do PT cardíaco como resposta compensatória ao aumento de síntese proteica.