Avaliação da atividade terapêutica do albendazol sobre infecções experimental e humana pela Hymenolepis nana

Com o intuito de demarcar convenientemente o espectro de atividade do albendazol, no que diz respeito às helmintíases intestinais, foram efetuadas observações referentes à himenolepíase causada por Hymenolepis nana. Nesse contexto, duas ordens de investigações tiveram lugar: a) tratamento de camundo...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Amato Neto, Vicente, Moreira, Antonio Augusto Baillot, Ferreira, Graça Maria Pinto, Nascimento, Sérgio Antonio Barbosa do, Matsubara, Luís, Campos, Rubens, Pinto, Pedro Luiz Silva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1990
País:Brasil
Institución:Instituto de Medicina Tropical (IMT)
Repositorio:Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/28730
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28730
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hymenolepis nana
Infecções experimental e humana
Tratamento
Albendazol
Descripción
Sumario:Com o intuito de demarcar convenientemente o espectro de atividade do albendazol, no que diz respeito às helmintíases intestinais, foram efetuadas observações referentes à himenolepíase causada por Hymenolepis nana. Nesse contexto, duas ordens de investigações tiveram lugar: a) tratamento de camundongos, renovado depois de transcorridos dez dias, por meio de doses únicas de 25 mg/kg ou 50 mg/kg, sendo que 25 mg/kg de praziquantel e animais que não receberam os antiparasitários, serviram como controles; b) tratamento de crianças e adultos mediante uso de 400 mg cotidianamente, em três oportunidades consecutivas, com repetição após intervalo com duração de dez dias. O estudo concernente aos animais revelou ineficácia do albendazol, pois sistematicamente houve verificação da persistência de vermes vivos no intestino. Por seu turno, só 10% dos indivíduos medicados puderam ser considerados curados. Portanto, pelo menos de acordo com a maneira como procedemos, o albendazol não se afigurou capaz de debelar satisfatoriamente a himenolepíase.