Entre um laudo e uma lei: um estudo de caso de transtorno opositor desafiador (TOD)

https://doi.org/10.1590/2179-8966/2025/91811 O presente artigo discute as contradições entre os dispositivos legais que asseguram o direito à Educação Especial na perspectiva inclusiva e as práticas escolares que ainda reproduzem exclusões. A abordagem é construída a partir da análise de um estudo d...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Soares Tebaldi Gomes, Isabel, de Mello e Silva, Dagmar, dos Santos Pires, Lenin
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Revista Direito e Práxis
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/91811
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/revistaceaju/article/view/91811
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Inclusive education
Oppositional Defiant Disorder
Educational rights
Educación inclusiva
Transtorno oposicionista desafiante
Derechos educativos
Educação inclusiva
Transtorno Opositivo Desafiador
Direitos educacionais
Descripción
Sumario:https://doi.org/10.1590/2179-8966/2025/91811 O presente artigo discute as contradições entre os dispositivos legais que asseguram o direito à Educação Especial na perspectiva inclusiva e as práticas escolares que ainda reproduzem exclusões. A abordagem é construída a partir da análise de um estudo de caso envolvendo um estudante diagnosticado com Transtorno Opositivo Desafiador (TOD). Observa-se que tanto instituições públicas quanto privadas se mostraram despreparadas ou resistentes em acolher o estudante, baseando-se em critérios normativos próprios e excludentes. Ainda que haja respaldo legal, a ausência de regulamentações práticas e de formação adequada aos profissionais da educação compromete a efetividade das políticas inclusivas. O estudo pode concluir que apesar dos avanços na legislação para pessoas com necessidades específicas, as barreiras atitudinais, pedagógicas e estruturais persistem, apontando para a urgência de uma pedagogia ética, afetiva e verdadeiramente inclusiva, que reconheça e legitime as diferenças no cotidiano escolar.