Análise da força muscular e escolhas dietéticas de mulheres fisicamente ativas durante o ciclo menstrual

Milhares de mulheres sofrem mensalmente com a sí­ndrome pré-menstrual, que consiste em sintomas fí­sicos e emocionais que podem interferir nas atividades cotidianas e na prática desportiva, pois muitas relatam dores e indisposição neste perí­odo. O presente estudo objetivou avaliar se o perí­odo men...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Pedregal, Karen Anne Costa, Medeiros, Ketsia Bezerra, da Silva, João Augusto Castro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Nutrição Esportiva
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbne.com.br:article/847
Acceso en línea:https://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/847
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Exercise
Diet
Menstruation
Ejercicio
Dieta
Menstruación
Esercizio
Mestruazioni
Exercício
Menstruação
Descripción
Sumario:Milhares de mulheres sofrem mensalmente com a sí­ndrome pré-menstrual, que consiste em sintomas fí­sicos e emocionais que podem interferir nas atividades cotidianas e na prática desportiva, pois muitas relatam dores e indisposição neste perí­odo. O presente estudo objetivou avaliar se o perí­odo menstrual interfere na força muscular e nas escolhas dietéticas de mulheres fisicamente ativas. A força muscular de dez mulheres praticantes de musculação foi analisada através do teste de 1RM para membros superiores e inferiores, e um recordatório alimentar de 24h foi preenchido em duas fases do ciclo menstrual. Todas as mulheres eram saudáveis e não faziam uso de contraceptivos orais ou injetáveis. Houve aumento significativo da força muscular de membros superiores e inferiores na fase secretora em relação à fase menstrual (p<0,05) e foi observado um consumo significativamente maior do grupo de açúcares e doces na fase menstrual (p<0,05). As oscilações hormonais do perí­odo podem ter influenciado tais alterações, as quais não podem ser menosprezadas, pois afetam a disposição fí­sica e emocional para a prática desportiva, interferindo também sobre a dieta habitual, com aumento da ingestão de carboidratos simples. Mulheres fisicamente ativas, treinadores e nutricionistas devem estar atentos a essas modificações, para estabelecer estratégias a fim de se evitar sobrecarga de treinamento ou rigidez na dieta, o que pode comprometer o desempenho fí­sico, o sucesso do plano alimentar e até mesmo a saúde dessas mulheres.