Análise da macrofauna bentônica da porção nordeste da Baía de Todos os Santos - Ba

A Bahia de Todos os Santos é a segunda maior baia do Brasil e ao longo dos últimos 60 anos diversas atividades antrópicas têm influenciado na sua qualidade ambiental, a exemplo de efluentes domésticos e industriais, resíduos sólidos, agricultura, portos e atividades de mineração. O presente trabalho...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Garcia, Karina Santos, Acacio, Luis Emanuel Moutinho, Alves, Orane Falcão, Oliveira, Olivia Maria Cordeiro de, Maddock, John Edmund Lewis, Silva, Maria Betânia Figueiredo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/29587
Acceso en línea:http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/29587
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:macrofauna
sedimento
baía de todos os santos
Descripción
Sumario:A Bahia de Todos os Santos é a segunda maior baia do Brasil e ao longo dos últimos 60 anos diversas atividades antrópicas têm influenciado na sua qualidade ambiental, a exemplo de efluentes domésticos e industriais, resíduos sólidos, agricultura, portos e atividades de mineração. O presente trabalho realizou um levantamento da macrofauna bentônica na área sob influência de atividades petroquímicas situada na Baía de Todos os Santos-BA, no intuito de analisar as estruturas das assembleias bentônicas e verificar a relação entre o padrão de distribuição desses organismos. As triagem resultou num total de 1333 organismos pertencentes a apenas 6 filos. Os grupos de maior riqueza de espécies, os Mollusca (12), os Annelida – Polychaeta (8), além dos Arthropoda - Crustacea (6), os quais corresponderam a 97.8% das unidades taxonômicas amostradas. As estações do mesolitoral mostraram um padrão de distribuição distinto com dominância especifica de poliquetas indicadores de contaminação orgânica como Capitellidae. A riqueza de espécies, relativamente baixa, observada na área de estudo, pode estar relacionada à ocorrência do elevado percentual de lama, onde já foi descrito por trabalhos anteriores que as associações faunísticas são mais pobres.