O doce amargo sabor do envelhecimento: experiências corporais, geracionais e de gênero
Esta pesquisa buscou identificar e compreender as motivações para a permanência de um grupo de idosos que participam do Projeto Vida Ativa (PVA) de atividade física e as consequências dessa decisão nas relações sociais desses sujeitos. Além desse objetivo, buscou-se compreender como é possível, atra...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/749 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/749 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICA Envelhecimento Vivências corporais Gênero Aging Bodily experiences Gender |
| Sumario: | Esta pesquisa buscou identificar e compreender as motivações para a permanência de um grupo de idosos que participam do Projeto Vida Ativa (PVA) de atividade física e as consequências dessa decisão nas relações sociais desses sujeitos. Além desse objetivo, buscou-se compreender como é possível, através das vivências corporais, refletir sobre gênero, feminilidades e empoderamento feminino na velhice. Nesse sentido, fez-se necessário expor as experiências geracionais e os modos de subjetivação vivenciados no PVA. Esta pesquisa qualitativa se caracteriza como um estudo antropológico de cunho etnográfico, que teve como marco teórico os referenciais dos estudos em antropologia social e urbana. As técnicas foram a observação sistemática das aulas e eventos do PVA e entrevistas realizadas com um grupo de oito sujeitos, sendo cinco alunas e um aluno do PVA, além da professora e da estagiária do projeto. A pesquisa de campo ocorreu no município de Ubá/MG, durante nove meses, no período de março a novembro de 2013. As motivações das idosas e do idoso para a continuidade no PVA passam pela reconstrução dos projetos individuais e da construção de um projeto coletivo na velhice. Os laços de sociabilidade e reciprocidade são marcantes nas relações estabelecidas. As experiências geracionais vivenciadas expõem conflitos geracionais e apropriações simbólicas mútuas das unidades geracionais presentes no PVA. As experiências de gênero deixam claro que o PVA é um espaço predominantemente feminino e que o grupo de interlocutoras demostra construírem diversas estratégias para que esse espaço permaneça dessa forma. A presença dessas mulheres nesse espaço é constantemente negociada com seus grupos familiares, que assumem valor simbólico central nas construções identitárias dessas idosas. Assim, a polissemia dos modos de subjetivação presentes no PVA aponta para a multiplicidade e heterogeneidade das experiências dos sujeitos na velhice. |
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