Infecção por Leptospira spp. em Gatos (Felis silvestris catus). Uma Revisão

Felinos domésticos (Felis silvestris catus) podem ser infectados e parasitados por diferentes patógenos. Entre eles encontram-se o gênero bacteriano Leptospira spp. que podem infectar felinos e acarretar prejuízos a homeostase do animal e consequentemente sobre seu bem-estar. O gato infectado e com...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Ribeiro, Taiã Mairon Peixoto; Universidade Federal do Tocantins-UFT., Santos, Helcileia Dias; Universidade Federal do Tocantins- UFT., Sousa, Sebastiana Adriana Pereira; Universidade Federal de Goiás- UFG., Galvão, Samara Rocha; Universidade Federal do Tocantins-UFT., Reis, Thássia Silva; Universidade Federal do Tocantins- UFT., Jayme, Valéria de Sá; Universidade Federal de Goiás- UFG.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Revista brasileira de higiene e sanidade animal
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.higieneanimal.ufc.br:article/432
Acceso en línea:http://www.higieneanimal.ufc.br/seer/index.php/higieneanimal/article/view/432
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Felino; Epidemiologia; Leptospirose; Roedores.
Descripción
Sumario:Felinos domésticos (Felis silvestris catus) podem ser infectados e parasitados por diferentes patógenos. Entre eles encontram-se o gênero bacteriano Leptospira spp. que podem infectar felinos e acarretar prejuízos a homeostase do animal e consequentemente sobre seu bem-estar. O gato infectado e com uma resposta imune comprometida poderá apresentar principalmente distúrbios renais, mas também sinais hepáticos entre outros. Para controlar, diagnosticar e tratar é necessário que o Médico Veterinário tenha conhecimentos em epidemiologia, diagnóstico e tratamento de leptospirose. O presente estudo objetiva discutir os aspectos epidemiológicos, clínicos e terapeuticos em relação à infecção por Leptospira spp.  e da leptospirose. Sabe-se que o gato não é mais considerado uma espécie refratária para leptospirose, portanto, sua epidemiologia e abordagem terapêutica necessita ser mais bem esclarecida.