Avaliação da imunoexpressão de metalotioneína e ciclooxigenase-2 na fase precoce da carcinogênese experimental colônica associada à desnervação mientérica
O presente estudo objetivou avaliar os efeitos da inflamação e das expressões de metalotioneínas (MTs) e ciclooxigenase-2 (COX-2) na desnervação associada à carcinogênese experimental colônica, através da avaliação de imunoexpressão de COX-2, mieloperoxidase (MPO), neutrophil elastase (NE) e cluster...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-06012017-101332 |
| Acesso em linha: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17143/tde-06012017-101332/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Carcinogênese colônica experimental Colonic experimental carcinogenesis Desnervação mientérica Inflamação Inflammation Myenteric denervation |
| Resumo: | O presente estudo objetivou avaliar os efeitos da inflamação e das expressões de metalotioneínas (MTs) e ciclooxigenase-2 (COX-2) na desnervação associada à carcinogênese experimental colônica, através da avaliação de imunoexpressão de COX-2, mieloperoxidase (MPO), neutrophil elastase (NE) e cluster de diferenciação 68 (CD68). Ainda, para analisar a presença de mutações e de danos ao material genético, realizou-se a técnica de imunoistoquímica para identificação de células imunomarcadas para MTs e histonas gamma-H2AX (H2AX). 52 ratos machos Wistar foram divididos em seus respectivos grupos: C (controle), B (controle dos animais desnervados), D (aplicação de DMH 30 mg/Kg ou 125 mg/Kg), BD (Cloreto de benzalcônio 0,3% na serosa intestinal, com posterior aplicação de DMH) e DB (aplicação de DMH, com posterior administração de BAC), sendo subdivididos de acordo com o tempo em que foram mortos, sendo: 24 horas, 72 horas (para avaliação da fase de iniciação) e 20 dias (para avaliação da fase de promoção). Como resultado, a desnervação foi capaz de proteger as células colônicas contra os efeitos desse carcinógeno, o que pode ser observado através da diminuição significativa da imunomarcação de MTs e de H2AX nos grupos desnervados. Ainda, através do aumento do número de células positivamente marcadas para MPO, NE e CD68, neutrófilos, macrófagos e/ou monócitos podem estar estritamente relacionados ao papel protetor da desnervação contra o câncer em um período de 20 dias após administração do DMH, uma vez que os animais desnervados apresentaram uma significativa diminuição desses marcadores. A desnervação aumentou o número de células imunomarcadas para MTs em animais que receberam apenas a aplicação do DMH e foram mortos após 20 dias - o que possivelmente diminuiu a expressão de COX-2 encontrada nesse estudo. Assim, sugere-se que os possíveis mecanismos protetores desempenhados pela desnervação contra o câncer sejam: (i) o aumento de MTs - conhecidamente protetoras à célula, e (ii) atuação da desnervação sobre o processo inflamatório, mais especificamente sobre neutrófilos e macrófagos e/ou monócitos. |
|---|