La Celestina: de bruxa medieval a alcoviteira renascentista

Há alguns séculos atrás, dois jovens se enamoraram perdidamente, sua história não teve final feliz pois os dois morreram dramaticamente na flor da idade e da paixão. Há alguns séculos atrás, dois jovens se apaixonaram perdidamente, e porque suas fanúlias eram inimigas, seu amor não teria um final fe...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Cardoso, Maria Inês Pinheiro
Tipo de recurso: capítulo de libro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/26270
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/26270
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Lá Celestina
Bruxa medieval
alcoviteira renascentista
Descripción
Sumario:Há alguns séculos atrás, dois jovens se enamoraram perdidamente, sua história não teve final feliz pois os dois morreram dramaticamente na flor da idade e da paixão. Há alguns séculos atrás, dois jovens se apaixonaram perdidamente, e porque suas fanúlias eram inimigas, seu amor não teria um final feliz. Mas, porque não era uma história real e sim uma obra literária e era envolvente, e seu autor tinha verve e sabia cativar ouvidos e as atenções, os dois amantes saíram das páginas da dramaturgia e transformaram-se para todo o sempre em símbolo do sacrifício amoroso e do próprio amor. Romeu e Julieta foi concebida pelo brilhante dramaturgo inglês William Sheakespere no século XVI, em plena Inglaterra vitoriana. Escapou-se, portanto, o tórrido amor dos jovens para a italiana Verona.