Audiodescrição e testemunho: intersecções entre experiências com a cegueira e o autismo, frente as imagens do cinema
Esta pesquisa surgiu de inquietações por compreender as relações do público cego com as imagens do cinema mediadas pelo recurso da audiodescrição (AD). Como objetivo pretendeu- se produzir e executar um roteiro de audiodescrição de um curta-metragem que nos leva ao universo subjetivo de uma pessoa a...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/38537 |
| Acceso en línea: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/38537 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cinema. Deficiência Visual. Audiodescrição. Autismo Transtorno autístico, Pessoa com deficiência visual, Inclusão social, Cinema-aspecto social, Audiodescrição Cinema. Visual impairment. Audio description. Autism |
| Sumario: | Esta pesquisa surgiu de inquietações por compreender as relações do público cego com as imagens do cinema mediadas pelo recurso da audiodescrição (AD). Como objetivo pretendeu- se produzir e executar um roteiro de audiodescrição de um curta-metragem que nos leva ao universo subjetivo de uma pessoa autista. Para tal intento considera-se necessário que a audiodescrição ultrapasse referências utilitárias e objetivas e seja assumida como tradução de imagens, para que não se reduza a uma forma meramente descritiva, mas sim, produza experiências estéticas em que pessoas cegas e com baixa-visão, possam se tornar ativas na produção de sentidos com as imagens do cinema, entendendo esta perspectiva como uma atitude ética, cultural e política. Como metodologia o trabalho se apoia nos princípios da Cartografia que é uma política de pesquisa-intervenção, posto que possibilita ao pesquisador intervir em um problema específico, por reconhecer que cada caso é singular. A pesquisa propõe a construção da audiodescrição de uma obra fílmica que foi roteirizada e posteriormente divulgada, sob consultoria de pessoas cegas, assumindo o princípio “nada sobre nós sem nós”, demonstrando que a forma como as audiodescrições vem sendo realizadas pelo mercado não atende a demandas que sensibilizariam seu público específico. Em síntese, defendemos nesse estudo, que existe outras possibilidades estéticas de promover a emancipação de espectadores cegos diante do cinema. |
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