Imagens polifônicas de uma memória em risco
No ano de 2011 completaram-se cinquenta anos do início da guerra colonial, nome dado ao conflito entre Portugal e suas colônias africanas. Em quatro de fevereiro de 1961, começaram os conflitos em Angola, conflitos que, posteriormente, se estenderam a Moçambique e a Guiné Bissau. A durabilidade da g...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
| Repositorio: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:locus.ufv.br:123456789/13476 |
| Acceso en línea: | http://www.cch.ufv.br/revista/pdfs/resenhasvol12-1.pdf http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/13476 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Imagens polifônicas Memorias em risco |
| Sumario: | No ano de 2011 completaram-se cinquenta anos do início da guerra colonial, nome dado ao conflito entre Portugal e suas colônias africanas. Em quatro de fevereiro de 1961, começaram os conflitos em Angola, conflitos que, posteriormente, se estenderam a Moçambique e a Guiné Bissau. A durabilidade da guerra, que só ter- mina em 1974 com a Revolução dos Cravos, pode ser associada à teimosia de um regime autoritário, conhecido como Estado Novo, que pretende a qualquer custo manter o “Portugal imperial” e defender a sua história de ‘cinco séculos de colonização’ em África. |
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