Princípios de categorização nas linguagens documentárias
Para verificar como a noção de categoria é utilizada historicamente nas linguagens documentárias, partimos de uma breve sistematização das propostas de categorização na filosofia, tal como ela se apresenta em Aristóteles, Kant e Wittgenstein, na semântica cognitiva, segundo Lakoff, com base em Rosch...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-30052008-152640 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27151/tde-30052008-152640/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Categorias Categories Categorização Categorização filosófica Categorização semântico-cognitiva Categorização sócio-cultural Categorization Classification theory Cognitive and semantic categorization Documentary languages. Knowledge organization Linguagens documentárias. Organização do conhecimento Philosophical categorization Social and cultural categorization Teoria da Classificação |
| Sumario: | Para verificar como a noção de categoria é utilizada historicamente nas linguagens documentárias, partimos de uma breve sistematização das propostas de categorização na filosofia, tal como ela se apresenta em Aristóteles, Kant e Wittgenstein, na semântica cognitiva, segundo Lakoff, com base em Rosch, e na sociologia do conhecimento, com Mauss. Analisamos, em seguida, reflexões feitas sobre a categorização nas linguagens documentárias realizadas por autores clássicos da Biblioteconomia - Shera, Dahlberg, Piedade, Fonseca, Grolier - e pelos autores contemporâneos - Blair e Iyer. O levantamento permitiu verificar que as noções de categoria e de categorização, embora nem sempre trabalhadas de modo explícito na literatura da Biblioteconomia e Ciência da Informação, permeiam os princípios de elaboração das linguagens documentárias refletindo, de certo modo, as várias formas de conceber os conceitos. Os sistemas enciclopédicos de classificação tendem a utilizar o conceito a partir de Aristóteles, aplicando-o prioritariamente como noção de classe que se divide, de modo apriorístico e sucessivo, em gêneros e espécies etc., procedimento que se altera gradativamente por influência de Kant, quando a noção passa a privilegiar as propriedades dos objetos e fenômenos. Atualmente existe uma tendência fugaz de categorização nas linguagens documentárias de acordo com as variações socioculturais, enfatizando as funções e locais onde estas variações ocorrem. Este procedimento confere maior flexibilidade à linguagem documentária. |
|---|