Gesto como categoria linguística : incorporação ou exterioridade teórica?

No presente artigo, apresentamos uma discussão do gesto como categoria linguística, a partir da problematização inicial de Badir (2019), a qual nos remete aos enlaces entre a Retórica e o paradigma dos Estudos Enunciativos, bem como à articulação gesto e figura. Partimos da tradição retórica e seus...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silva, Silvana
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/235224
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/235224
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Gesto
Linguística
Linguagem
Gesture
Figure of language
Theory of langage
Descripción
Sumario:No presente artigo, apresentamos uma discussão do gesto como categoria linguística, a partir da problematização inicial de Badir (2019), a qual nos remete aos enlaces entre a Retórica e o paradigma dos Estudos Enunciativos, bem como à articulação gesto e figura. Partimos da tradição retórica e seus enlaces com a linguística, tal como desenhada por Fiorin (2020), bem como aprofundamos uma possível abordagem da relação gesto e figura no texto “Observações da função freudiana na linguagem”, de Émile Benveniste. Nesse texto, constatamos que a enunciação está vinculada à chamada propriedade correspondencial da linguagem. Por fim, abordamos a noção de figura e sua relação com a dimensão inconsciente em Lyotard (1971). A título de ilustração da propriedade correspondencial da linguagem, elaboramos uma análise de dois poemas, Los espejose Al espejo,sobre o espelho de Jorge Luis Borges.