Música, audiovisual e interatividade: um estudo sobre videoclipe interativo a partir da banda Arcade Fire

Inicialmente tido como um produto audiovisual principalmente televisivo, o videoclipe, nos últimos anos, tem se expandido e ganhado força no ambiente virtual. Abarcando as transformações tecnológicas, principalmente no âmbito da interatividade na web, culmina com a aparição dos videoclipes interativ...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Barboza, Elisa Maria Rodrigues
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Repositorio:Repositório Institucional da UFJF
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/190
Acceso en línea:https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/190
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cinema e Audiovisual
Videoclipe
Interatividade
Arcade Fire
Music video
Interacticity
Descripción
Sumario:Inicialmente tido como um produto audiovisual principalmente televisivo, o videoclipe, nos últimos anos, tem se expandido e ganhado força no ambiente virtual. Abarcando as transformações tecnológicas, principalmente no âmbito da interatividade na web, culmina com a aparição dos videoclipes interativos. Que, por sua vez, combinam aspectos de diversos meios, como, por exemplo, da televisão, do cinema e da arte digital, para criar narrativas nas quais os espectadores podem modificar os resultados através da sua intervenção em um meio digital. Uma das bandas que se destaca nessa vertente é o Arcade Fire, que teve, ao longo de seu trajeto, quatro projetos audiovisuais interativos realizados por dois diretores, Vincent Morisset e Chris Milk e, em alguns casos, em parceria com a Google. Os videoclipes em questão são: Neon Bible (Vincent Morisset, 2007), Sprawl II (Moutains beyond mountains) (Vincent Morisset, 2010), The Wilderness Dowtown (Chris Milk, 2010) e Just a Reflektor (Vincent Morisset, 2013). Através da investigação do que é o videoclipe (inicialmente em seu formato não interativo), do ambiente no qual florescem as experiências interativas desse formato, da sua conexão com as narrativas digitais, bem como do aprofundamento acerca dos elementos envolvidos na produção dos clipes interativos feitos para o Arcade Fire, será produzida uma análise sobre os trabalhos realizados para a banda.