O itinerário da subjetividade acolhedora: do acolhimento à hospitalidade de Emmanuel Levinas a Jacques Derrida
O texto O itinerário da Subjetividade acolhedora: do acolhimento à Hospitalidade, de Emmanuel Levinas a Jacques Derrida, encontra-se no movimento vibrante da filosofia da Alteridade. A partir das leituras de Totalidade e Infinito(1961) e De Outro modo que ser ou para lá da essência(1974), buscou-se...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Caxias do Sul (UCS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UCS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ucs.br:11338/4533 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ucs.br/11338/4533 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Subjetividade Tolerância Hospitalidade Lévinas, Emmanuel, 1906-1995 Derrida, Jacques, 1930-2004 Subjectivity Toleration Hospitality |
| Sumario: | O texto O itinerário da Subjetividade acolhedora: do acolhimento à Hospitalidade, de Emmanuel Levinas a Jacques Derrida, encontra-se no movimento vibrante da filosofia da Alteridade. A partir das leituras de Totalidade e Infinito(1961) e De Outro modo que ser ou para lá da essência(1974), buscou-se refletir acerca da subjetividade acolhedora no pensamento de Levinas, que, no dizer de Jacques Derrida, refere-se ao acolhimento como hospitalidade. No primeiro capítulo, abordou-se o conceito de subjetividade acolhedora, segundo a obra Totalidade e Infinito, a partir dos conceitos: egoísmo, solidão, ateísmo, elementos esses que constituem o sujeito (Eu) na dimensão da interioridade humana. No que tange à Subjetividade, foram abordados os seguintes conceitos: sensibilidade, gozo, que remontam à relação entre o Eu e o Outro na revelação interpelante do Infinito através do rosto de outrem, que questiona radicalmente o eu. Nesse desvelo, a resposta do eu revela-se como a responsabilidade no dizer incessante da justiça. No segundo capítulo, tratou-se a Responsabilidade e a Justiça a partir da leitura da obra De outro modo que ser, ou pra lá da essência, em que a responsabilidade é anunciada como o Dizer frente ao Dito na radicalidade mesma, entendida como Substituição, permitindo, dessa forma, refletir-se para além do dualismo entre o eu e o outro, no signo da entrada do terceiro sobre a trama da justiça. Esses dois capítulos marcaram incisivamente o pensar de Levinas, auxiliando-nos a investigar o terceiro e último capítulo deste escrito no movimento Da Tolerância à Hospitalidade. Através de um olhar sobre o conceito de tolerância, amplamente difundido e debatido na esfera moderna, pôde-se chegar à leitura da Hospitalidade, por meio das obras Adeus Emmanuel Lévinas (1997), Da Hospitalidade (1997) e Força de Lei (1994), de Jacques Derrida. Obras essas que nos auxiliaram a perfazer o itinerário da radicalidade ética como hospitalidade na alteridade. |
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