Iniciativa cinturão e rota e a cooperação internacional para o desenvolvimento da China na América Latina : entre adesões e hesitações
Na última década, testemunhou-se o aumento substancial do volume de financiamentos chineses de projetos de grande envergadura nos países em desenvolvimento. Apesar de não restritos ao sentido estrito de “ajuda”, esses financiamentos são considerados a pedra angular da Cooperação Internacional para o...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/11697 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/11697 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cooperação Internacional Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (CID) Belt and Road Initiative (BRI) |
| Sumario: | Na última década, testemunhou-se o aumento substancial do volume de financiamentos chineses de projetos de grande envergadura nos países em desenvolvimento. Apesar de não restritos ao sentido estrito de “ajuda”, esses financiamentos são considerados a pedra angular da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (CID) da China e têm constituído uma alternativa para as economias emergentes. Partindo dessa premissa, o artigo analisa a expansão desses fluxos na América Latina e Caribe (ALC), com foco no avanço da Iniciativa Cinturão e Rota (Belt and Road Initiative – BRI) na região. Como referencial teórico o estudo baseia-se na revisão da literatura sobre CID e Cooperação Sul-Sul (CSS), verificando as características específicas do modelo chinês. Empiricamente, a pesquisa analisa a expansão dos financiamentos de bancos chineses na região e o quadro de adesões e hesitações entre as três maiores economias regionais (Brasil, Argentina e México). Argumenta-se que apesar da cooperação promovida pela China não corresponder à definição convencional do conceito, consequências tangíveis que não devem ser menosprezadas são desencadeadas nas economias regionais e em sua dependência vis-à-vis doadores tradicionais. |
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