Arquitetura da infraestrutura e mobilidade urbana: uma análise sobre projeto, espaço urbano e metrópole através do metrô de São Paulo
Esta tese apresenta uma análise do metrô de São Paulo a partir de suas estações, projeto e arquitetura, para examinar as possibilidades de integração dos equipamentos de mobilidade e da infraestrutura ao espaço urbano. A metrópole de São Paulo é analisada no processo de formação do território, com c...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-30032021-141414 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16138/tde-30032021-141414/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Architecture of infrastructure Arquitetura da infraestrutura Desenho urbano Metrô Mobilidade urbana São Paulo Subway Urban design Urban mobility |
| Sumario: | Esta tese apresenta uma análise do metrô de São Paulo a partir de suas estações, projeto e arquitetura, para examinar as possibilidades de integração dos equipamentos de mobilidade e da infraestrutura ao espaço urbano. A metrópole de São Paulo é analisada no processo de formação do território, com contexto de construção da rede e da cultura de projeto que a produz. A análise dos projetos abrange paralelamente a escala metropolitana, da rede de mobilidade, e a escala local, da rua no bairro. A seleção de estações de cinco linhas distintas possibilita confrontar a produção desses equipamentos ao longo dos cinquenta anos do Metrô, atravessando a dimensão do planejamento urbano, nas políticas de desenho da rede e implantação, e a dimensão construtiva, dentro dos processos de projeto, obra, materialidade e composição dos espaços. A pesquisa organiza para análise três grupos de estações com implantações distintas que, com isso, levantam questões particulares quanto ao projeto: estações elevadas, de superfície e subterrâneas. No primeiro grupo, as estações se manifestam como monumentos na paisagem da cidade, ao mesmo tempo em que participam de sua dinâmica cotidiana; no segundo grupo, as estações de superfície que são interligadas a outras redes de mobilidade conformam terminais intermodais de grande impacto em seu entorno; no terceiro, as estações que vem do subterrâneo para abrirem praças públicas possibilitam o estudo da relação entre estações, praças e centralidades em São Paulo. Um último capítulo questiona os caminhos futuros para projetos de equipamentos de mobilidade, e coloca em paralelo o projeto do Grand Paris Express, em Paris, na França, e os atuais planos de expansão da rede paulista. Partindo de um sistema de fluxos e estações, e se debruçando sobre espaços de uso cotidiano, público, coletivo, comum e pedestre, a pesquisa aprofunda o tema do projeto de infraestruturas e aponta relações atuais entre arquitetura, mobilidade e espaço urbano. |
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