MORTALIDADE PERINATAL E DIFERENÇAS REGIONAIS NO ESTADO DO PARANÁ
Objetivou-se analisar a mortalidade perinatal no Estado do Paraná. Foram analisados todos os óbitos perinatais de residentes no Paraná, de 1999-2010, constantes no Sistema de Informação sobre Mortalidade e Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Foram calculadas as diferenças relativas dos coef...
| Autores: | , , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Paraná (UFPR) |
| Repositorio: | Cogitare Enfermagem (Online) |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.ufpr.br:article/42626 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/42626 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Perinatal mortality; Fetal mortality; Early neonatal mortality; Information systems; Nursing. Mortalidade perinatal; Mortalidade fetal; Mortalidade neonatal precoce; Sistemas de informação; Enfermagem. Mortalidad perinatal; Mortalidad fetal; Mortalidad neonatal precoz; Sistemas de información; Enfermería. |
| Sumario: | Objetivou-se analisar a mortalidade perinatal no Estado do Paraná. Foram analisados todos os óbitos perinatais de residentes no Paraná, de 1999-2010, constantes no Sistema de Informação sobre Mortalidade e Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Foram calculadas as diferenças relativas dos coeficientes de mortalidade perinatal, fetal e neonatal precoce, entre 1999-2001 e 2008-2010 segundo Regionais de Saúde. A análise mostrou redução de 28,2% no coeficiente de mortalidade perinatal, 32,2% no neonatal precoce e 25,2% no fetal. Das Regionais de Saúde, destacaram-se a 21ª com aumento de 8,8% no coeficiente de mortalidade neonatal precoce e 1a, 8ª e 16ª Regionais de Saúde com aumento de 5,9%, 12,3% e 12,2% no coeficiente de mortalidade fetal, respectivamente. Apesar do declínio do coeficiente de mortalidade perinatal para o estado, ainda persistem valores elevados em algumas Regionais de Saúde, o que indica necessidade de aprimorar ações no pré-natal e na atenção ao recém-nascido de risco. |
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