Fenótipo cintura hipertrigliceridêmica : fatores associados e comparação com outros indicadores de risco cardiovascular e metabólico no ELSA-Brasil

O objetivo deste estudo foi estimar a prevalência do fenótipo cintura hipertrigliceridêmica (FCH) em participantes do Estudo Longitudinal da Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), identificar fatores de risco associados e comparar com outros indicadores de risco cardiovascular e metabólico. Trata-se de um e...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Freitas, Roberta Souza, Fonseca, Maria de Jesus Mendes da, Schmidt, Maria Inês, Molina, Maria Del Carmen Bisi, Almeida, Maria da Conceição Chagas de
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/188803
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/188803
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Cintura hipertrigliceridêmica
Síndrome metabólica
Obesidade abdominal
Hypertriglyceridemic waist
Metabolic syndrome X
Abdominal obesity
Risk factors
Cintura hipertrigliceridémica
Síndrome X metabólico
Obesidad abdominal
Factores de riesgo
Descrição
Resumo:O objetivo deste estudo foi estimar a prevalência do fenótipo cintura hipertrigliceridêmica (FCH) em participantes do Estudo Longitudinal da Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), identificar fatores de risco associados e comparar com outros indicadores de risco cardiovascular e metabólico. Trata-se de um estudo transversal com dados da linha de base de uma coorte de servidores públicos. O FCH é definido pela presença simultânea de circunferência da cintura (CC) aumentada (≥ 80cm para mulheres, ≥ 90cm para homens de acordo com a Federação Internacional de Diabetes – IDF; e ≥ 88cm para mulheres, ≥ 102cm para homens de acordo com o Programa Nacional de Educação sobre o Colesterol dos Estados Unidos – NCEP) e hipertrigliceridemia. A associação entre as variáveis independentes e FCH foi testada por meio de modelos de regressão logística multivariada. O FCH foi comparado também com outros indicadores de risco cardiovascular e metabólico por meio de testes de correlação, índice kappa, sensibilidade e especificidade. Após exclusões, foram analisados 12.811 participantes. A prevalência do FCH variou de 24,7% (IDF) a 13,3% (NCEP). FCH foi associado a ter idade mais avançada, ao consumo excessivo de álcool, ser ex-fumante, apresentar HDL baixo, não-HDL alto e PCR aumentado, independente do sexo ou critério de definição. FCH associou-se a indicadores de risco cardiovascular, especialmente à síndrome metabólica. A elevada prevalência de FCH e sua associação com indicadores de risco cardiovascular, especialmente com a síndrome metabólica, apoia sua utilização como ferramenta de triagem de risco cardiometabólico na prática clínica.