Do wider riparian zones alter benthic macroinvertebrate assemblages’ diversity and taxonomic composition in neotropical headwater streams?
Objetivo: A conservação da vegetação ripária é um fator importante para a conservação de riachos de cabeceira e sua biodiversidade. Assim, variações na largura da zona ripária podem ter efeitos dramáticos na estrutura e funcionamento de ecossistemas lóticos adjacentes. Nesse estudo objetivamos deter...
| Autores: | , , , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/72100 |
| Acesso em linha: | https://doi.org/10.1590/S2179-975X3821 http://hdl.handle.net/1843/72100 https://orcid.org/0000-0002-7218-9768 https://orcid.org/0000-0002-1737-3060 https://orcid.org/0000-0003-2341-4700 https://orcid.org/0000-0001-6031-9193 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Benthic macroinvertebrates Functional feeding groups Functional metrics Bioindicators Ecological processes Macroinvertebrados bentônicos Marcadores biológicos Áreas ribeirinhas |
| Resumo: | Objetivo: A conservação da vegetação ripária é um fator importante para a conservação de riachos de cabeceira e sua biodiversidade. Assim, variações na largura da zona ripária podem ter efeitos dramáticos na estrutura e funcionamento de ecossistemas lóticos adjacentes. Nesse estudo objetivamos determinar se o aumento da largura da zona ripária altera a estrutura de assembleias bentônicas (diversidade taxonômica e funcional e composição taxonômica) em riachos de cabeceira. Métodos: Testamos duas predições: (1) o aumento da largura da zona ripária altera a diversidade e a composição taxonômica de assembleias de macroinvertebrados bentônicos, porque as zonas ripárias mais estreitas não protegem as pressões antrópicas da paisagem circundante; (2) zonas ripárias mais largas alteram a estrutura funcional de assembleias de macroinvertebrados bentônicos, devido a mudanças na entrada de energia nos sistemas. Para testar a primeira predição, avaliamos a composição taxonômica de assembleias de macroinvertebrados bentônicos, a riqueza taxonômica e o índice de diversidade de Shannon-Wiener. Para testar a segunda predição, avaliamos grupos funcionais de alimentação e métricas baseadas em sua proporção. Resultados: Nossos resultados revelaram que a primeira predição não foi corroborada, pois a estrutura taxonômica e a diversidade não apresentaram variação significativa com o aumento da largura de zona ripária. Nossa segunda predição foi parcialmente corroborada, pois houve alterações significativas na estrutura funcional de assembleias de macroinvertebrados bentônicos entre a largura da zona ribeirinha mais estreita (30 m) e as duas outras (50 e 100 m). Conclusões: Nossos resultados sugerem que, ao contrário da Lei Federal 12651/2012, as zonas ribeirinhas de 30 m de largura são insuficientes para proteger o funcionamento de ecossistemas de córregos de cabeceira. |
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