Altura de voo de coleópteros em área de mata nativa no sul do Brasil

O padrão de voo dos insetos está relacionado principalmente ao acasalamento e à obtenção de alimento, sendo, em ambientes naturais, uma atividade dinâmica que envolve fatores bióticos e abióticos. O objetivo do presente trabalho foi realizar um levantamento qualitativo e quantitativo dos coleópteros...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Mateus Alves Saldanha, Ervandil Corrêa Costa, Leonardo Mortari Machado
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE)
Repositorio:Acta Biológica Catarinense
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.univille.br:article/1525
Acceso en línea:https://periodicos.univille.br/ABC/article/view/1525
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:armadilha de interceptação de voo; distribuição vertical; diversidade de insetos.
Descripción
Sumario:O padrão de voo dos insetos está relacionado principalmente ao acasalamento e à obtenção de alimento, sendo, em ambientes naturais, uma atividade dinâmica que envolve fatores bióticos e abióticos. O objetivo do presente trabalho foi realizar um levantamento qualitativo e quantitativo dos coleópteros presentes em uma área de mata nativa, caracterizando e delimitando a altura preferencial de voo das principais espécies. Foram instaladas armadilhas de interceptação de voo em área pertencente ao Centro de Pesquisa em Florestas, Santa Maria, Rio Grande do Sul, no período de julho de 2011 a julho de 2012. As armadilhas foram distribuídas em diferentes alturas (0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 4,5; 5; 5,5 e 6 metros acima da superfície do solo), com três repetições e distantes 30 metros entre si. Foram coletados 7.201 espécimes, distribuídos em 34 famílias e 116 morfoespécies. Capturaram-se em maior abundância: Euetheola humilis e Harmonia axyridis, na faixa de 0,5 a 1 metro; Bostrychopsis uncinata, entre 0,5 e 1,5 metro de altura; e Neoclytus ypsilon, Pherhimius fascicularis, Gibbifer adrianae e Martinsellus signatus, a 0,5 metro. Desse modo, concluiu-se que o intervalo situado entre 0,5 e 1,5 metro é o ideal para avaliar coleópteros em área de mata nativa.