Is it all grist to the mill? : Wandering between indications for psychoanalytic treatment and the analytic field

Determinar critérios de indicação e contraindicação para tratamentos psicanalíticos parece um ponto técnico crucial para a obtenção de sucesso terapêutico e a elevação de seus índices de efetividade. Na revisão da literatura clássica sobre o tema, percebe-se que a idade, o diagnóstico do paciente, a...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Gastaud, Marina Bento, Goi, Júlia Domingues, Bassols, Ana Margareth Siqueira, Costa, Camila Pinto da, Krieger, Daniela Valle, Machado, Diogo de Bitencourt, Costa, Felipe Bauer Pinto da, Knijnik, Jair, Torres, Mariana, Braga, Pricilla, Teche, Stefania Pigatto, Wellausen, Rafael Stella, Eizirik, Claudio Laks
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/108747
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/108747
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Psicanálise
Psicoterapia
Terapêutica
Psychoanalysis
Psychoanalytic psychotherapy
Indication
Contraindication
Analytic field
Descripción
Sumario:Determinar critérios de indicação e contraindicação para tratamentos psicanalíticos parece um ponto técnico crucial para a obtenção de sucesso terapêutico e a elevação de seus índices de efetividade. Na revisão da literatura clássica sobre o tema, percebe-se que a idade, o diagnóstico do paciente, a motivação para tratamento, o momento de vida, a capacidade de insight, o sofrimento psíquico apresentado no momento da busca de tratamento, o estilo defensivo e a tolerância à frustração são alguns dos pontos analisados pelos terapeutas/analistas para indicar tratamentos psicanalíticos. Contudo, classicamente, tais indicações provêm de um período em que a relação terapêutica era vista meramente como um terapeuta atendendo um paciente, sem levar em conta a relação terapêutica propriamente dita. O objetivo deste artigo foi revisar criticamente a relevância e pertinência atual das indicações para tratamento psicanalítico, tendo em vista a evolução dos conhecimentos sobre o campo analítico. Considerando casos que não evoluem da maneira esperada segundo as indicações, pacientes que se adaptam melhor a determinados terapeutas e duplas que modificam sua interação ao longo do tempo de tratamento, a principal questão continua sendo como identificar quais seriam os elementos necessários na avaliação de um paciente candidato a tratamento psicanalítico, bem como os elementos significativos da ação terapêutica.